A Galeria Pagé está mudando, não há dúvida.

A venda de produtos falsificados ou de origem duvidosa foi proibida pela administração do condomínio e a maioria dos lojistas promoveu a retirada voluntária das mercadorias ilegais. Os poucos que insistiram nas práticas ilegais têm sido notificados pela administração do condomínio e os casos de reiteração serão relatados às autoridades públicas.

E este é só o princípio de um processo que promete servir como exemplo de que a ilegalidade só se combate com educação, mobilização social e com a redução da burocracia.

A autoria e condução executiva do Projeto Nova Pagé Outlet são assinados pela Rede Brasileira de Inteligência, entidade especializada em inovação e sustentabilidade social e empresarial.

Educação

O Projeto Nova Pagé partiu da premissa de que a realidade só pode ser modificada mediante a construção de novos conceitos. Estes conceitos são resultado de um trabalho educativo que propôs novos valores, ideais e limites ao público interno da Galeria Pagé. Ou seja, a transformação partiu de dentro para fora.

Não se pode desprezar a colaboração que as diversas entidades anti-pirataria prestaram à sociedade, retirando de circulação milhões de produtos irregulares.

Entretanto, assim como o corpo humano, as organizações humanas estabelecem relações de resistência e proteção aos agentes agressores externos. As repetidas operações de fiscalização incentivaram a despersonificação dos agentes infratores e a criação de sistemas de corrupção que, ao invés de extinguir com a ilegalidade, alimentam-se dela.

Mobilização Social

Em meio a este delicado panorama, a Administração da Galeria Pagé iniciou um delicado processo de interlocução entre os proprietários das unidades autônomas do condomínio e os lojistas locatários. Em primeiro lugar foi preciso contar com pessoas dispostas a assumir a condução do processo perante os públicos interno e externo, personificando a Galeria Pagé. Este papel está sendo desempenhado pela Dra. Solange Longo, síndica do condomínio,  que, pessoalmente, assumiu obrigações perante a Administração Pública e adotou medidas contundentes, que têm garantido o cumprimento das metas estipuladas no projeto.

Também merece destaque participação da UNIVINCO – União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências, que manifestou apoio ao Projeto Nova Pagé e se fez presente nas reuniões entre os representantes da galeria e a Prefeitura da Cidade de São Paulo.

Redução da Burocracia

Ao mesmo tempo que medidas práticas são adotadas pela administração do condomínio, medidas legais estão sendo estudadas pela Administração Pública, no sentido de acelerar a análise dos processos de regularização das empresas regularmente instaladas na Galeria Pagé e garantir segurança jurídica aos interessados em investir no ambicioso projeto de transformação da famosa galeria no mais movimentado Shopping Outlet do Brasil.

Participe da transformação histórica desse símbolo de São Paulo.

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O processo de transformação da Galeria Pagé num moderno Outlet, localizado no melhor ponto comercial de São Paulo, tem gerado resultados muito mais rápidos do que se poderia imaginar.

Aos poucos a rotina se reestabelece e lojistas que trabalham com mercadorias originais e de origem comprovada reabrem suas lojas ao público.

Ao mesmo tempo, marcas de renome já manifestaram interesse em participar da mudança de conceito da famosa galeria: empresas de vestuário, jogos eletrônicos, áudio e vídio e alimentação estão entre aquelas que apostam no sucesso do modelo proposto pelo empreendimento: lojas no estilo “outlet”, dirigidas a consumidores da classe média e média alta, das camadas B e C, que exigem produtos originais, de qualidade mas a preços acessíveis.

Nos próximos dias será formado um pool com proprietários dos imóveis, que administrará as locações e comandará o processo de prospecção das marcas.

A Rede Brasileira de Inteligência está divulgando seu conteúdo através de seu novo site: www.redeinteligencia.com.br.

Acesse e conheça nossas ferramentas para diferenciá-lo de seus concorrentes.

Com a publicação da Instrução Normativa RFB nº 1.026, em 19/04/2010, que altera a legislação tributária relativa ao Registro Especial e ao Selo de Controle a que estão submetidos os produtores, engarrafadores, cooperativas, estabelecimentos comerciais atacadistas e importadores de bebidas alcoólicas, os produtores e importadores de vinhos estão obrigados a aplicar o selo de controle da Receita Federal do Brasil em seus produtos.

A medida visa facilitar a fiscalização no setor e evitar a prática de ilegalidades.

A Rede Brasileira de Inteligência tem prestado consultoria tributária e estratégica a importadores, fabricantes e distribuidores de vinhos, além de publicar artigos e informações úteis aos consumidores.

Para saber mais a respeito do selo de controle e conhecer a legislação brasileira que dispõe sobre a produção e comercialização do vinho e dos derivados do vinho e da uva, entre em contato com a REDE INTELIGÊNCIA.

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De Marta Watanabe para o VALOR.

Isso significa que cinco em cada dez importadores brasileiros compraram produtos do país asiático em 2009

Em apenas quatro anos, o número de empresas brasileiras que compram produtos chineses cresceu 135%. No ano passado, 16,8 mil companhias instaladas no país importaram artigos da China, sejam bens de consumo, insumos ou máquinas. Isso significa que cinco em cada dez importadores brasileiros compraram produtos do país asiático em 2009. Junto com a pulverização, cresceu o número de grandes importadores – em 2005, só 12 empresas compravam mais de US$ 50 milhões dos chineses, número que passou para 41 em 2009.

O perfil de quem mais importa da China também traz novidades. A maioria continua sendo empresas de tecnologia, mas as varejistas começam a despontar como grandes clientes.

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